Editar pra YouTube NÃO é igual a editar pro TikTok. Editar pra Instagram Reels NÃO é igual a editar pro LinkedIn. E editar pro Facebook NÃO é igual ao Twitter/X. Cada plataforma tem seu algoritmo, sua audiência, sua “linguagem visual”, suas métricas de sucesso.
A realidade dura: você pode ter conteúdo incrível, gravar com câmera profissional, investir horas editando… e morrer com 300 views porque NÃO editou pensando em como funciona o algoritmo daquela plataforma específica.
**Por que seus vídeos não explodem (e como resolver):**
Os primeiros 1.5 segundos no Instagram Reels determinam se o algoritmo te empurra pro “Explorar” ou te enterra. Se você não parar o scroll nessa janela microscópica, o resto do vídeo é irrelevante.
O ritmo de edição no TikTok deve ser 40% mais rápido que no YouTube. O que funciona no YouTube (takes longas, desenvolvimento pausado) MORRE no TikTok onde a audiência tá hipnotizada por dopamina rápida.
Os hooks no LinkedIn devem ser informativos e profissionais, não clickbait sensacionalista. O que funciona no TikTok (“VOCÊ NÃO VAI ACREDITAR…”) te faz perder credibilidade no LinkedIn.
**O que você vai encontrar nesta seção:**
→ **Instagram Reels que o algoritmo AMA:** hooks visuais comprovados, pattern interrupts a cada 3 segundos, loops perfeitos convidando re-watch, CTAs gerando comentários (a métrica que Instagram mais valoriza)
→ **TikTok que explode organicamente:** identificar trending sounds antes que morram, capitalizar trends enquanto relevantes, padrões de edição específicos do TikTok (zoom dramático, cortes no beat, transições trending)
→ **YouTube que retém e converte:** primeiros 8 segundos cruciais, gráficos de retenção otimizados, uso estratégico de B-roll evitando drop-offs, end screens gerando binge-watching
→ **LinkedIn que posiciona autoridade:** formato quadrado vs vertical, legendas obrigatórias (85% assiste sem áudio), edição profissional sem ser corporativa chata, duração ideal 30-90 segundos
→ **Facebook alcançando audiências maduras:** formato horizontal ainda funciona, contexto nos primeiros 3 segundos, edição mais pausada que Instagram/TikTok
→ **YouTube Shorts vs. Instagram vs. TikTok:** as diferenças SUTIS que importam, por que o mesmo vídeo performa diferente em cada uma, como adaptar (não só re-publicar)
→ **Estratégias de repurposing inteligente:** como um vídeo longo de YouTube vira 10 peças de conteúdo pra outras plataformas sem perder efetividade
**Conceitos-chave que você vai dominar:**
– Retenção média e por que é A métrica determinando alcance orgânico
– Watch time vs. completion rate: qual importa mais em cada plataforma
– Engagement rate real: likes tão sobrevalorados, comentários e shares são ouro
– Velocity: as primeiras horas determinam se seu vídeo explode ou morre
– Formato vertical vs. horizontal vs. quadrado: quando usar cada um (não é óbvio)
Não editamos “bonito”. Não editamos “tecnicamente correto”. Editamos ESTRATÉGICO pra que o algoritmo RECOMPENSE seu conteúdo com alcance orgânico massivo.
Porque em 2026, o melhor vídeo não é o melhor produzido. É o melhor OTIMIZADO pra plataforma onde é publicado.
De “300 views e frustração” pra “alcance orgânico previsível”: essa é a transformação que essa estratégia consegue.